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O SISTEMA TÚNEL FOTÔNICO

Desde a mais remota antiguidade o homem cura enfermidades buscando o apoio na natureza. Assim, os indígenas desenvolveram uma verdadeira medicina das ervas, utilizando grande número de vegetais em suas infusões, com sucesso indiscutível, motivo hoje de muitas investigações científicas.

Mas, por outro lado, o homem aprendeu também a recorrer a outras forças, de natureza energética, que atuam sobre o organismo. Muitas vezes atribuindo suas virtudes a forças sobrenaturais, pajés e curandeiros atuam sobre os seres humanos através de fluxos de energia frequentemente concentrados através de orações e rituais.

A própria Igreja Católica, sempre muito cuidadosa na análise desses fenômenos, admite benefícios para pessoas que usam medalhas de seus santos, como resultantes das energias que se concentram em uma dada imagem, devido à existência simultânea de legiões de devotos daquele santo, invocando-o em suas orações, em busca de auxílio a pessoas ou à humanidade.

Os orientais, através de sua concepção da vida humana, vêm, a milhares de anos, praticando curas por métodos energéticos, como acupuntura, entre outros. Também é prática, dentre muitos do próprio mundo ocidental, expor um copo com água, durante a noite, para receber energias cósmicas (ou divinas, como preferem alguns), tomando-a ao amanhecer.

Também são conhecidas a influências exercidas pela Lua sobre pessoas e plantas, assim como os fenômenos da hipnose e da transmissão de pensamento, todos de natureza energética.

Há, portanto, uma antiquíssima crença confirmada por muitos êxitos, em curas, de que “o organismo humano está composto de vibrações eletrônicas”, como afirmou Edgar Cayce em 1928, ou é permeável à circulação de energias de variados tipos. Todos sabemos que as ordens emanadas do cérebro chegam aos vários órgãos através de fluxos elétricos. Como Também sabemos, a partir dos conceitos mais recentes da física, que a matéria é formada por moléculas, e estas por átomos, cuja subdivisão chega aos chamados corpúsculos elementares, cuja natureza, considera-se hoje, é puramente energética. Desde que Einstein afirmou a correlação entre energia e matéria, demonstrando ser a matéria conversível em energia, os cientistas vem procurando demonstrar o caminho inverso, ou seja, a possibilidade de converter energias em matéria.

Mas foi a concepção da homeopatia, devida a Hahnemann (1775/1843), hoje aceita como ciência médica, que comprovou a atuação no organismo humano através de energia. Hahnemann descobriu, experimentalmente, que produtos que provocavam, em pessoas sadias, sintomas semelhantes aos causados por determinadas doenças, constituíam remédios adequados para o combate àquelas mesmas doenças.

A partir disso, desenvolveu um processo de fabricação de remédios com diluições sucessivas em água, acompanhadas de método próprio de agitação da solução. Mas observou o que parece ser um contrassenso – que, quanto mais diluída a substância mais forte se tornou o medicamento. Esse processo de diluição sucessiva, leva a que, nas ultimas porções do medicamento, não exista sequer molécula da substância original. E essa foi o principal argumento da medicina convencional para criticar, até hoje, a homeopatia.

Mas como as curas homeopáticas estão comprovadas, assim como as provenientes da acupuntura e de dezenas de outros procedimento que não envolvam a cirurgia ou a administração de substâncias (fármacos) aos pacientes, a ciência moderna vem se dedicando a descobrir os fundamentos das chamadas “curas energéticas”. A homeopatia é uma delas, o processo de diluição na preparação de seus remédios é um processo de potencialização energética, que tem na água um agente comprovadamente armazenador e condutor de energias, como demonstra Richard Gerber em seu notável trabalho sobre medicina vibracional.

Isto posto, tem-se hoje a concepção de que o organismo humano é sadio quando conta com o necessário equilíbrio energético em todas as suas células. Consequentemente, a cura de doenças, de forma definitiva, implica em recompor esse equilíbrio quando, por qualquer circunstância, ele se desfez. É consequência também desse princípio a necessidade de conhecer bem o paciente e não só as características da moléstia que o acometeu. Disto cuidam minuciosamente os homeopatas.

Com base nessa teoria energética do organismo, muitas pesquisas vêm sendo feitas no sentido de encontrar fontes de vibrações que possam agir sobre o corpo humano. Os florais, os cristais, as ondas luminosas de cores variadas, os toques sutis de terapeutas energizadores, a imposição das mãos, constituem formas de atuação hoje bastante difundidas.

Nesse conjunto de pesquisas, chama a atenção a do Túnel Fotônico, desenvolvida pelo Engº. Carlos Belohlavek, na Argentina, da qual resultou um aparelho emissor de ondas fotônicas que promovem a reorganização energética do corpo. Com 27 anos de experiência bem comprovada, ao longo do atendimento de 18.000 pacientes, o aparelho do Engº. Carlos acaba de ter o seu uso e a sua comercialização aprovada pelo Ministério da Saúde e do Bem-Estar da Argentina.

Mas o Sistema Túnel Fotônico não consiste em uma simples emissão de ondas. O aparelho entra em sinergia com as energias do paciente, identificando os focos de desequilíbrio energético e atuando com certa especificidade sobre eles. Assim, ao poucos os equilíbrios se vão recompondo, em maior ou menor, tempo conforme sejam a dimensão dos distúrbios e a vontade própria do paciente para contribuir na sua cura.

Essa nova tecnologia tem os seus fundamentos claramente assentados nas modernas concepções energéticas da matéria e na interação corpo/espírito cada vez mais bem estudada pela ciência médica e psicológica. A grande novidade é a interação energética corpo/espírito/máquina, descoberta e aprimorada pelo Engº. Carlos Belohlavek.

Adriano M. Branco

 


 

 

 

Sobre Adriano Branco

Eng. Adriano Murgel Branco Adriano Murgel Branco, paulistano de 76 anos, é administrador e engenheiro eletricista formado por uma das melhores escolas de engenharia do país - a Universidade Mackenzie. Branco, foi consultor no Brasil e em Moçambique, professor universitário, ocupou inúmeros cargos públicos, entre eles o de secretário da Habitação e secretário dos Transportes do Estado de São Paulo, nos anos 80. Ocupou também, cargos privados como o de diretor da Coplan, da Trol S.A., da TCL, da Caio entre outras. Ministrou palestras no Brasil,México,Colômbia,Venezuela,Equador, Paraguai, Argentina, Uruguai, Peru e Chile sobre transporte, segurança rodoviária e habitação. É autor de mais de duas centenas de artigos em jornais e revistas, publicadas até na Inglaterra e Alemanha. Em 1972, foi publicada sua primeira monografia sobre Acidentes Rodoviários; em 1975 é publicada a Normatização Brasileira de Defesa Rodoviárias. Teve também três de suas monografias publicadas em 1978: Trólebus,Tendências Modernas dos transportes Coletivos Pneumáticos e Transportes Urbanos por Trólebus; nos anos oitenta foram publicadas: Uma visão Sistêmica do Transporte Urbano, O Transporte Urbano no Brasil e A Prevenção dos Recursos Hídricos no Estado de São Paulo. Seus livros mais ressentem são Segurança Rodoviária, O Financiamento de Obras e de Serviços Públicos, em parceria com o Adilson Abreu Dallari, e Desenvolvimento Sustentável na Gestão de Serviços Públicos, em parceria com o economista Márcio Henrique Bernardes Martins.

One Response to “O SISTEMA TÚNEL FOTÔNICO”

  • Ilmº Sr.
    Eng. Adriano Murgel

    Há dez anos que ajudo as pessoas com a tecnologia de Carlos Belohlavek. É, simplesmente, FANTÁSTICA.

    Valdson
    81-9791-2466

Valdson Maciel on maio 2nd, 2013 at 1:21 pm

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